Seu Jorge - Life On Mars
sábado, novembro 10, 2007
sexta-feira, novembro 09, 2007
Interpol - My band to Admire

Duração: +/- 2 horas
Que bom foi ver uma das minhas bandas de culto numa sala fechada. Vê-los no Super Bock foi bom, mas no Coliseu foi bem melhor!
Com lotação esgotada, muita gente estava ansiosa para testemunhar um concerto inesquecível. Parece que muitos ficaram desiludidos. Eu digo-vos que gostei bastante.
Assumo que gosto muito do disco Our Love To Admire. Pode não ser tão bom como a obra-prima Antics, mas acho que tem músicas brilhantes, mas que precisam de uma audição atenta. Ao vivo, ganham ainda mais força.
Os Interpol mantiveram a sua atitude sóbria (que muitos confundem com distante do público), nunca desperdiçando tempo com conversa de ocasião e pedidos de palminhas para o público. Eles estavam ali para mostrar, nas melhores condições, a sua música.
Foi um concerto onde desfilaram todas as grandes músicas dos Interpol.
Os melhores momentos:
. Pionner To The Falls logo a abrir - uma música que arrepia
. Slow Hands, com o público a saltar
. C'Mere
. Mammoth
. Not Even Jail
Já vos disse que estou cada vez mais obcecada por aquela bateria? Quem me dera saber tocar assim...
Ela.
quinta-feira, novembro 08, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
Momento aguardado
Hoje vou ver Blonde Redhead. Há quem vá ver Interpol. Eu não! Vou ver Blonde Redhead, uma banda nova-iorquina, composta por 2 irmãos gémeos italianos e uma japonesa. Só podia dar boa coisa.
Esta banda tem estado on repeat no meu iPod, e o single que vos apresento aqui, é geralmente a primeira música que ouço pela manhã. Pancadas, mas adoro!
Este single tem o mesmo nome que o álbum, 23, dos Blonde Redhead e porquê 23, perguntam vocês? Não sei, acho que eles também não, mas isso agora não interessa para nada. Saboreiem!
Serei
PS: Aconselho a ouvirem os álbuns "Melody Of A Certain Damaged Lemons" e "Misery Is A Butterfly"
Rufus, The Entertainer

Terça feira, 21h15, num Coliseu muito bem composto.
Duração: quase 3 horas de concerto!
Com o palco simples com uma bandeira americana em fundo, adornada de berloques com brilhantes em vez das estrelas, Rufus e a banda (7 elementos) todos produzidos com fatos às riscas e ainda mais berloques que reluziam e quase ofuscavam, este foi um concerto onde pudémos testemunhar de tudo: desde a tragédia à comédia, momentos intimistas onde o único diálogo que havia era entre Rufus e o seu piano estrelado, e momentos do mais puro musical da Broadway.
Este foi um concerto que irei guardar na memória.
Para mim, foram estes os momentos altos do concerto:
. Rufus sozinho ao piano a cantar The Art Teacher.
. Rufus a cantar Somewhere Over The Rainbow, com a mãe Kate ao piano – foi impossível ficar sem um nó na garganta.
. Rufus ao piano, de roupão branco, a cantar Poses.
. Rufus com toda a banda a cantar, em plenos pulmões, Gay Messiah.
. Rufus e a banda a evocar o espírito e arte de Judy Garland e os melhores espectáculos da Broadway, com direito a dança e tudo.
Meninas serei e eu já sou. Queremos ver a fotos!
Agora só espero notícias da estreia da Ópera que o Rufus está a compôr, sob encomenda da Metropolitan Opera House de Nova Iorque!
Quem sabe não será um novo pretexto para voltarmos a Nova Iorque?
Ela.
terça-feira, novembro 06, 2007
segunda-feira, novembro 05, 2007
Olhares ... sobre Oslo!
domingo, novembro 04, 2007
Em pensamento...
Em honra da nossa querida eu já sou e do nosso grande amigo choramingas, que neste momento estão a testemunhar mais um inesquecível concerto dos Arcade Fire em terras frias de Oslo...
Não estamos lá fisicamente, mas estamos em pensamento.
My Body Is A Cage
(that keeps me from being in Oslo...)
sexta-feira, novembro 02, 2007
Kings Of Convenience - I'D Rather Dance With You
Hoje acordei com esta música na cabeça!
Momentos que nos marcam para a vida (II).
Eu já sou ... ainda deslumbrada ... por eles!
Com Música no Coração

No Domingo passado estava calmamente a ler jornais e deparo-me com uma descoberta, a família Von Trapp retractada no filme Música no Coração, que passa todos os Natais e que foi o 1º filme que vi no cinema pela mão do meu pai, existiu de verdade e era tal e qual o que vimos no filme. Com a excepção de que não fugiram a pé pelas montanhas mas sim de carro (também o que é que isso interessa?), o mais importante é que uma família rica preferiu fugir a ter de abdicar dos seus ideais de vida, viajaram para a América, sobreviveram a actuar em grupo e foram famosos. O rapazinho do filme faleceu há pouco tempo, mas o mais importante é que foi real e aquelas pessoas lutaram pelos ideais em que acreditavam, nem sempre é preciso morrer por causas para ter uma vida notável.
Notável é o Senhor que vem em breve ao nosso país, Sir Rufus Wainright, brilhante músico, arrasadoramente tocante e sempre surpreendente. Nas entrevistas que leio descubro que os músicos que ele reconhece são os mesmos que aprecio, dispara sempre respostas inteligentes e irónicas que nos despertam, que outro interesse poderá haver na vida se nada ou ninguém nos faz tocar ou despertar?
O que vos desperta e toca ao Coração?! Ou à Razão?!! Ou será que aos dois?!!!
quinta-feira, novembro 01, 2007
ui ... que frio em Oslo
| 3 Nov ( Sat ) | - 1 | 10 |
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| 04 Nov ( Sun ) | - 2 | 6 |
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| 05 Nov ( Mon ) | - 1 | 7 |
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Eu já sou a preparar a mala para estes três dias de ... muito frio!!!!!





